Segunda-feira, 29 de Setembro de 2008

Itens Importantes Para Viagens de Mota

Itens Importantes para uma Viagem de Mota




Estas são algumas das coisas que todo motociclista deveria pensar e tentar lembrar-se antes e durante uma viagem de moto.

1º Antes de sair para se fazer à estrada verifique sempre a pressão dos pneus, nível de óleo, as luzes e ajuste os travões, caso necessário.

2º NUNCA faça brincadeiras com a moto na estrada. Qualquer exitação vai ao chão e com isso estraga o passeio de todo o grupo.

3º Procure viajar com pelo menos dois parceiros. Assim, caso tenha algum problema, um fica junto de si e outro vai pedir ajuda.

4º Se parar na berma, tenha cuidado com os camiões. A deslocação do ar que eles criam pode derrubar a sua moto.

5º Muita atenção neste aspecto.
Para quem tem moto de pouca potência, muita atenção ao cruzar com veículos grandes em sentido contrario. A deslocação do ar pode-te desequilibrar. Então quando avistar um camião, camionete, mantenha-se próximo da berma ou à direita da facha de rodagem, caso não tenha berma.

6º Caso a viagem seja longa e leve bagagem, coloque todas as suas roupas dentro de sacos de plástico e vede com fita adesiva. Na sua cidade o tempo pode estar óptimo, mas no meio da estrada nunca se sabe como estará. Caso haja chuva, a sua roupa estará protegida.

7º Evite levar a bagagem em mochilas nas costas. Além de ser incomodo, dependendo da distancia a ser percorrida, as suas costas ou a do(a) pendura ficarão comprometidas.
Então, se estiver sem pendura, amarre tudo no banco do pendura. Caso esteja com pendura, use uma mala de depósito, ou alforges.

8º TENHA SEMPRE ferramentas dentro da sua bagagem. Pode ser o Kit q vem com a moto. Pode ser o suficiente para resover o problema no momento.

9º ANDE SEMPRE em grupos sem se deixar dispersar. Mas também não fiquem muito próximos, de preferência ao posicionamento tipo grelha de formula 1, ou em fila indiana, desde que tenha uma distância consideravelmente boa para a moto da frente para que no caso de existirem buracos na estrada, terem tempo de reação.

10º Para motociclistas com menos experiência, é recomendada uma paragem a cada 100Km.

11º Itens necessários para se levar numa viagem:
–Algum dinheiro em espécie (o suficiente para abastecer ou comer em algum lado que não aceite cartão multibanco).
–Um telefone móvel.
–Kit de reparação de pneus (espátula, remendo e bomba de encher) ou um desses produtos de reparação rápida.
–Existem também as chamadas vacinas de pneu, que prometem não deixar o pneu furar. (que anula a necessidade do item a cima).

12º Itens aconselháveis para levar:
–Roupa impermeável para chuva (umas calça já ajuda bastante).
–Mapa da estrada com localização de postos de gasolina e restaurantes (Internet).
–Lista com alguns telefones úteis.
–Bandana para colocar por baixo do capacete (evita que o suor deixe o capacete com cheiro desagradável e alivia o atrito com a cabeça).
–Óculos escuros.
–Kit de primeiros socorros (o Kit que deveria ser obrigatório é suficiente para pequenas emergências) algum remédio para dores, geralmente em viagens longas muitos ficam com dores de cabeça.
–Lanterna. (caso tenha de conduzir de noite).
–Esticadores ou cordas para fixação da mota, em caso de reboque.

13º Itens pessoais:–Casaco de cabedal, se possível com protetores em Kevlar (Nunca viaje sem casaco, pois pedras ou outros objetos por vezes são lançados pelos carros da frente).
–Luvas de cabedal.
–Botas.–Calça de couro ou de ganga. (Sempre com calças, viajar de calções pode ser perigoso
– Capacete (integral para viagens).


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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

10 MEDIDAS ANTI-STRESS

DEZ MEDIDAS ANTI-STRESS


Um dos males do século XXI, e que afecta grande parte da população activa, chama-se stress e tem o poder de nos deixar de cabelos em pé. Dores de cabeça, esquecimentos, batimentos cardíacos muito acelerados, mau humor, choros, músculos doridos ou mãos frias e húmidas podem ser alguns sintomas. Mas diminuir os efeitos não é impossível, principalmente se adoptar algumas das nossas fórmulas anti-stress.

Dores de cabeça, mau humor, choros, esquecimentos, batimentos cardíacos muito acelerados, dores musculares, mãos frias e húmidas. Já sentiu alguns destes sintomas? Então, se calhar, você é mais uma vitima desta doença tão actual e que afecta quase a totalidade da população activa em todo o mundo.

Mais de metade da população activa passa, pelo menos, um quarto do seu dia de trabalho a realizar actividades a alta velocidade e com prazos curtos e rígidos.

Se quer tentar começar o seu dia com menos stress, leia com atenção os nossos conselhos:

1 - Acorde mais cedoEm vez de começar o dia no meio do maior stress porque não tem tempo para fazer nada, experimente levantar-se um bocadinho mais cedo e organizar melhor as suas manhãs. Não se deixe tentar pelo calorzinho dos cobertores e salte da cama assim que o despertador tocar. Tome um bom pequeno-almoço, um banho relaxado e comece o dia descansado e com o pé direito.

2 - Planeie o seu dia
Tente perceber em que altura do dia a sua produtividade está em alta. Há pessoas que rendem mais de manhã enquanto outras funcionam a 100% mais pela tarde. Escolha o período em que tem mais energia e deixe para essa altura as tarefas de maior responsabilidade ou que exijam maior criatividade. Lembre-se, no entanto, que por muito organizado que seja, há imprevistos que nunca consegue controlar.

3 - Defina prioridades
Não queira fazer tudo ao mesmo tempo nem queira fazer tudo sozinho. Faça uma listagem das suas reais prioridades e tente cumpri-la. Ponha os assuntos que exigem mais de si em primeiro lugar mas tente não descurar os pequenos assuntos que tendem a ficar esquecidos.

4 - Saiba dizer não
Quando se sentir demasiado pressionado tenha a coragem de dizer basta!. Se o seu chefe lhe parecer demasiado empenhado em não o deixar respirar, exigindo-lhe mais e mais trabalho, explique-lhe que, apesar de tentar, não consegue fazer tanta coisa ao mesmo tempo. Tente também não cair na asneira de estar sempre a fazer o trabalho dos seus colegas. Sempre que poder ajudar, ajude, mas não deixe que eles fiquem mal habituados.

5 - Crie bom ambiente
Pensamentos positivos activam as energias positivas que temos em nós. E depois, simpatia gera simpatia. Elogie, seja prestável e simpático para os seus colegas. Ao trabalhar num local com bom ambiente tudo fica mais fácil. Aquilo que dantes lhe parecia uma tarefa dificílima vai passar a parecer o mais simples dos problemas.

6 - Aprenda a relaxar
Nada melhor do que depois de um dia estafante o poder chegar a casa e tomar um longo banho ou deixarmo-nos ficar estendidos no sofá horas a fio a ver tudo e mais alguma coisa na televisão. Conceda a si mesmo esses momentos que são preciosos para descomprimir o stress do dia-a-dia.

7 - Mude de rotina
É importante que você consiga viver para além do trabalho. Dê a si próprio presentes depois de conseguir fazer um trabalho complicado. Que tal aquele livro que sempre quis ou aquela camisola caríssima? Depois, também é importante saber deixar o trabalho à porta antes de entrar em casa. Só em casos extremos é que deve levar trabalho para concluir em casa.

8 - Tenha vida social
"Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque". Nunca ouviu dizer? Faça por ter uma vida social activa porque desta maneira vai ser mais fácil de não pensar nos problemas que deixou para trás no escritório. Vá a festas, ao cinema ou ao café. Aproveite o que de melhor a vida tem para lhe oferecer.

9 - Dedique-se a uma actividade criativa
Utilize os seus tempos livres para se dedicar a uma actividade que puxe pela sua concentração e criatividade. Tendo a sua mente ocupada não vai ter tempo para pensar nem se chatear com os problemas do dia-a-dia ou do trabalho. A pintura é um bom exemplo.

10 - Melhore a sua vida sexual
Esta é também uma óptima solução para combater o stress acumulado durante um dia de trabalho. Ter uma vida sexual activa e saudável é meio caminho andado para se sentir uma pessoa plenamente realizada e, desta forma, sentir-se mais confiante.

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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

Férias

Tou de Férias!




A cidade fica meio vazia, as "filas" quase desaparecem. Na suposta hora de ponta, a IC 19 anda pacifica, até que alguém distraido bata. Aí começa a saga dos "orçamentistas". E o caos instala-se. Horas, para andar alguns metros.

E quem se desembaraça, no meio do transito, a olhar para quem não anda, sorrindo para os "enlatados": Os nossos amigos das 2 rodas. Potentes, simples, leves, pesadas, com mais ou menos destresa, lá vão eles a furar por entre os carros.

Para eles não há filas, não há perda de tempo. Só há, por vezes, alguma falta de respeito por parte de alguns automobilistas. Falta de respeito ou desatenção.


Boas férias



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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

CRATO JULHO 2008

CRATO - JULHO 2008


Tenho dois afilhados adoráveis. E com um caracter excepcional. Estão de férias na casa dos avós, um Monte no Alentejo, muito perto do Crato.


Já não os via à algumas semanas e decidi aproveitar a ida dos Pais e da Luisa, para fazer uma surpresa.

E assim foi. Pensei e mais depressa executei. Sábado de manha fui à praia, antecipei o tradicional almoço domingueir com os meus pais e depois do maior calor abrandar (pensava eu), fiz-me à estrada. Por Alcochete e sempre por estradas nacionais, com menos movimento e em excelente estrada lá fui eu.

Eram 17.30, devidamente equipado, a caminho do Alto Alentejo e seguramente estavam mais de 35º. Um calor abrasador e desgastante. Uma hora depois e a viagem teria sido ainda mais agradável.

Parei perto de Corroios para abastecimento de fruta, (um melão carissimo mas delicioso constatei depois) e um pouco de hidratação.

1 hora e poucos minutos depois já estava a passar na albufeira de Montargil e pelas 20h00 já estava aos abraços aos míudos.

Incrivel, como um simples mimo de uma criança, nos faz sentir tão bem. Como é poderoso, o amor de uma criança.

Foi um fim de semana de sonho. Preenchido. Apenas soube a pouco, pois o domingo chegou a correr e depois de uma tarde na barragem da Póvoa, a necessidade de voltar apertou.


Partida pelas 19.30, viagem com um pouco de dor de cabeça e menos calor. Cheguei a casa, já de noite, mas de coração cheio.


Na 2ª só me levantei às 9h00 para ir trabalhar.

Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

Viajar de Moto

VIAJAR DE MOTA



Desde muito cedo que desejei e sonhei ter mota. Tenho 41 anos e tenho mota à 10 anos. E sempre foi a mesma. Uma yamaha XJ900. A minha "burra velha" que nunca me deixou mal.

Tudo começou quando deixei de trabalhar para outrém, e decidi ser patrão de mim mesmo. Decidi que merecia uma prenda, uma recompensa, que deveria começar a realizar os meus sonhos.

E atirei-me de cabeça. Na altura, práticamente não tinha experiência de mota, mas não deixei que isso me impedisse.

Os primeiros (bastantes) kilometros, forma um sacrificio muito grande, pois a tensão e o esforço de concentração eram tão grandes, que qualquer voltinha, por mais pequena que fosse, deixava-me todo "partido".

Mas não desisti, e continuei a praticar e a treinar. E hoje já me sinto um pouco à vontade. Mas nunca demais.


Em 2008, foi o ano em que fiz a maior viagem de mota. Foram cerca de 1.700 km, numa semana. Uma viagem que me levou a uma aldeia espanhola, chamada Montellano, durante o EURO e com um calor abrasador.
Foi uma grande lição. De aprendizagem de condução, de cautela, de apreciação e gozo. Aliás, o bicho pelas viagens grandes de mota (que proporciona um pouco menos de conforto fisico - pior na minha) foi potencializado não sei quantas vez, com os documentários/livros que vi/li de 2 malucos aventureiros que, 1º deram a volta ao mundo e dois anos depois, viajaram de Londres até à cidade do Cabo, de Mota - BMW GS. Fiquei maravilhado, deliciado e com um pouco de inveja. Com vontade de fazer o mesmo. Com vontade de fugir, de me aventurar no meio do nada, longe de tudo e de todos. Em contacto com o mundo real. Com outros mundos. Conseguindo ainda, ajudar quem precisa. Ou seja, colocaram-se ao serviço da Unicef, ajudando assim tantas crianças que tanto precisam de ajudam e que não têm culpa dos disparates dos mais velhos.
Estou a falar de Ewan McGregor e Charley Boorman.

Foi também visionando as aventuras destes 2, que me apaixonei pela BMW GS 1200. Uma mota linda, (para o meu gosto), potente, resistente, confortável e mais adjectivos ainda não os tenho, pois ainda não a experimentei, mas é este o meu próximo e novo sonho. Sonho que gostaria de alcançar a curto prazo, trocando a "velhinha" e fiável Yamaha XJ900, pela nova "bomba".

E depois disso, quem sabe, muitas e longas viagens à descoberta de meus novos mundos.

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